Certo dia, um farmacêutico entra em sua farmácia e percebe um homem com a mão na boca, olhos esbugalhados, o traseiro encostado na parede e um ar de preocupado. Apesar de perceber que tem algo de errado, o farmacêutico fica sem entender nada e pergunta para o estagiário recém-contratado:
– Quem é esse homem? Por que ele está desse jeito?
– Ele veio comprar xarope para tosse, mas achou muito caro.
– Você não ofereceu o genérico pra ele?
– Não, eu vendi um laxante mesmo.
– Você está doido, estagiário? Desde quando laxante é bom para tosse?
– É bom à beça! Repare só o medo que ele está de tossir agora.
Dois velhinhos decidem ir a um bordel. Ao chegar, a dona olha para eles, chama a funcionária da casa e diz:
– Reserve o quarto número 5 e 6 e coloque uma boneca inflável em cada cama. Esses dois estão tão velhos que não vão notar a diferença. Não vou perder tempo e dinheiro com esses eles.
A empregada cumpre as ordens da patroa e, depois de alguns minutos, cada velhinho entra em seu respectivo quarto para se divertir.
No caminho de volta para casa, um dos velhinhos diz:
– Acho que a mulher que me acompanhou estava morta.
– Morta? Por que você acha isso?
– Ela não se movia enquanto fazíamos amor, nem mexia a boca e os olhos.
– Pois poderia ter sido pior. Eu acho que a minha companheira era uma bruxa!
– Uma bruxa? Por quê?
– O que aconteceu é que enquanto estávamos nas preliminares, eu dei uma mordida no traseiro dela, e ela começou a soltar um gás, saiu voando pela janela e ainda levou a minha dentadura.
Um homem vai ao médico porque está com fortes enxaquecas há muito tempo. Quando ele o examina, descobre que o homem já esteve em diversos outros médicos e fez todos os tratamentos possíveis, mas NADA adiantou. As enxaquecas persistiam.
– Veja bem, eu também tive esse tipo de enxaqueca, e o conselho que vou te dar não tem nada a ver com o que aprendi na faculdade de medicina, e sim algo que aprendi com a minha própria experiência de vida. Todas as vezes que eu tinha essas enxaquecas, eu ia para casa, tomava um banho bem quente na banheira e ficava lá por um tempo. Depois a minha esposa me ensaboava e massageava a minha testa com a água quente. Então eu saía da banheira, e mesmo com a cabeça ainda me matando, eu me forçava a fazer amor com minha esposa. E a enxaqueca logo sumia! Então, faça essa tentativa, e volte aqui para me contar o resultado em quatro semanas.
Passadas as quatro semanas, o paciente volta ao consultório para contar os resultados.
– Doutor! Eu segui os seus conselhos. E REALMENTE FUNCIONA! Eu tenho tido essas enxaquecas por sete anos e essa foi a PRIMEIRA vez que finalmente alguém conseguiu me ajudar!
– Fico feliz por ter ajudado.
E quando o paciente estava saindo do consultório, ele diz:
– A propósito, doutor: o senhor tem uma LINDA casa.
A professora tinha acabado de chegar na sala e ainda abria o diário e os livros, quando o Joãozinho quis compartilhar uma notícia com ela e os colegas de classe:
– Professora, professora! Ontem eu vi uma notícia muito impressionante na televisão!
– O que você viu, Joãozinho?
– Eu vi que um homem em uma praia aqui no Brasil foi engolido por um tubarão!
– É mesmo, Joãozinho? Que triste.
– Pois é, professora, foi engolido.
Mas, como a obrigação dela era ensinar, ela tenta corrigir o Joãozinho.
– Eu entendo que esteja impressionado, Joãozinho. Mas veja bem: ele não foi engolido, e sim comido pelo tubarão.
– Como assim, professora?
– É isso mesmo, Joãozinho. Nesse caso ele foi comido. Engolido é fisicamente impossível.
– Não é não, professora, eu vi na televisão!
– Eu repito: ele foi comido. Mesmo que seja um homem pequeno, não há como o tubarão engoli-lo, pois a boca dele não é grande o suficiente para engolir uma pessoa inteira. Entendeu?
E por causa disso, começa um bate-boca entre os dois. Até que ele interrompe e diz:
– Tudo bem, professora. Então, quando eu for para o céu, vou perguntar para ele se foi comido ou engolido pelo tubarão.
E a professora, já impaciente:
– Ah, é? Mas e se ele tiver ido para o inferno?
E o Joãozinho responde sem titubear:
– Então, quando a senhora morrer, pode perguntar para ele.
Atendendo a uma prescrição médica, como parte de um check-up, um senhor nos seus 85 anos precisou fazer um exame de contagem de esperma. O doutor deu a ele um potinho e disse:
– Leve isso para casa e me traga de volta amanhã, com uma amostra de esperma.
No dia seguinte, o homem voltou ao consultório e devolveu-lhe o pote, que estava limpo e vazio como no dia anterior. O médico perguntou o que aconteceu e o senhor explicou:
– Bem, doutor, foi o seguinte. Primeiro, eu tentei com a mão direita, e nada. Depois, tentei com a mão esquerda, e nada ainda. Daí, eu pedi ajuda à minha mulher. Ela tentou com a mão direita, com a esquerda, e nada. Tentou com a boca, primeiro com os dentes, e depois, sem eles, e nada. Nós chegamos a chamar Marilda, a nossa vizinha de porta, e ela também tentou. Primeiro, com as duas mãos, depois, com o sovaco e, por último, até mesmo espremendo entre os joelhos, e nada.
O médico, chocado:
– Vocês pediram ajuda à vizinha?
O homem respondeu:
– Pedimos, mas não adiantou. Nenhum de nós conseguiu abrir o potinho.
Deus ainda estava criando o mundo, mas Adão e Eva já estavam na Terra. Então Ele disse:
– Adão, eu quero que você faça algo.
– Sim, Senhor. O quer que eu faça?
– Vá até o vale.
Como Adão ainda não sabia de tudo no mundo, perguntou:
– O que é um vale?
Deus explicou e então ele chegou até lá.
– Agora atravesse o rio.
– O que é rio?
Deus explica o que é rio, e então continua a guiá-lo:
– Agora cruze a montanha.
Adão não sabia o que era uma montanha, então Deus explicou novamente. E então Deus disse:
– Do outro lado da montanha, você vai encontrar uma caverna.
– O que é uma caverna?
Depois que Deus explicou, ele entrou na caverna e viu uma mulher. Era Eva. Deus explicou a ele o que era uma mulher e ordenou:
– Agora, Adão, eu quero que você reproduza.
– E como faço isso?
Ele então através de parábolas, explicando sobre os pássaros, abelhas e outros animais. Adão parece ter entendido e então. Porém, passados alguns minutos, ele sai da caverna e pergunta:
– Deus, o que é dor de cabeça?
Uma velhinha foi ao supermercado. Ela estacionou o carro na rua e, ao fechar, viu que trancou o carro com a chave dentro.
– Essa não, e agora, o que vou fazer?
Ela pensou por alguns minutos e lembrou dos filmes da televisão. Ela pegou um grampo de cabelo e tentou abrir, mas tudo que ela conseguiu fazer foi quebrar a unha.
– Ai, meu Deus. E agora, o que vou fazer?
O tempo começou a ficar nublado. Ia cair uma chuva daquelas! E aí a velhinha começa a chorar.
Nisso, surge uma moça e diz a ela:
– O que foi? Por que a senhora está chorando?
– Eu tranquei o carro com a chave dentro e vai começar a chover.
A moça começa a rir e a senhora fica brava:
– Por que você está rindo? Rindo da desgraça alheia?
– Não, a senhora não precisa se preocupar com a chave porque o teto solar está aberto.
– E por que você acha que estou chorando? Vai molhar todo o estofado do meu carro.