Era uma vez uma mulher de 80 anos que estava sendo entrevistada por um canal de notícias local porque era a quarta vez que ela se casava. O entrevistador começou a fazer perguntas sobre sua vida e por que ele decidiu se casar novamente aos 80 anos.
– Meu marido é agente funerário, ela respondeu.
O repórter ficou então curioso sobre seus três maridos anteriores e quais eram suas profissões.
Após alguns minutos de reflexão, a mulher sorriu e respondeu com orgulho, contando que aos 20 anos casou-se com um banqueiro, aos 40 casou-se com um diretor de circo, aos 60 com um pastor religioso e agora aos 80 com um agente funerário.
O repórter ficou um pouco surpreso com a resposta, mas foi em frente e fez sua última pergunta.
– Alguma razão especial por ter casado com pessoas com vidas tão diferentes?
A mulher sorriu e explicou o seguinte:
– Casei com meu primeiro marido por dinheiro. Com o segundo para se divertir. Com o terceiro para estar preparada espiritualmente e com meu último marido, para ter tudo em ordem quando chegar a hora.
Era uma vez dois amigos que também eram vizinhos de janela. Um dia, um deles pediu um empréstimo de 20 mil reais ao outro, prometendo devolvê-lo na quinta-feira da semana seguinte. Chegou a noite de quarta-feira. e o vizinho que tinha pedido emprestado não conseguia dormir. Ele estava inquieto, muito nervoso. Sua esposa, vendo isso, perguntou-lhe:
– O que há de errado, Mario?
– Pedi emprestados 20 mil reais ao Beto e prometi pagar-lhe amanhã. Infelizmente não consegui arrumar o dinheiro e isso me incomoda tanto que nem me deixa dormir.
A mulher foi até a janela e chamou seu vizinho Beto. Ele se levantou e perguntou meio adormecido:
– O que foi Rosa?
– Meu marido deveria pagar-lhe amanhã os 20 mil reais que você lhe emprestou. Bem, devo avisá-lo que ele não poderá pagá-los no momento.
Ela fechou a janela com grande pressa e, voltando-se para o marido, disse:
– Agora, é ele que não vai conseguir dormir.
Meu nome é Camila e estava sentada na sala de espera do dentista para minha primeira consulta com ele. Seu diploma estava pendurado na parede, com seu nome completo. De repente, lembrei-me de um menino alto, bonito, de cabelos pretos, que tinha o mesmo nome e que estava na minha turma do ensino médio, há cerca de 30 anos. Poderia ser ele o mesmo garoto por quem eu tive uma paixonite secreta?
Mas depois de vê-lo no consultório, rapidamente descartei esses pensamentos. O dentista era um homem gordo, careca, de cabelos grisalhos, com o rosto cheio de rugas e parecia muito velho para ter sido meu colega de classe. Depois que ele examinou meus dentes, perguntei se havia estudado na Escola Secundária Isaac Newton.
– Sim. Ele sorriu com orgulho.
E tão perguntei a ele:
– Quando você se formou?
– Em 1985. Por que você me pergunta?
– Você estava na minha classe!
Ele me olhou com atenção. E ENTÃO, ESSE VELHO FEIOSO, CARECA, ENRUGADO, GORDO E DECREPITO ME PERGUNTOU:
– Não me lembro. Me diga, por favor QUE MATÉRIA A SENHORA LECIONAVA?
Em sua pequena cidade, um casal era famoso porque o marido tinha 102 anos e a esposa 98, e ambos estavam em ótimas condições, trabalhavam na fazenda todos os dias e tinham corpos de gente bem mais jovem. Um dia, um visitante da aldeia, curioso sobre o casal, abordou o velho em sua fazenda. O velho estava cortando lenha sem camisa, o suor brilhando em um corpo que parecia pertencer a um homem com metade de sua idade. O visitante se apresentou e perguntou ao velho:
– Ouvi dizer que você tem 102 anos!
– Está certo. O velho disse com um sorriso.
– Uau, devo dizer, você está em uma forma incrível!
– Obrigado.
– Você se importa se eu perguntar como consegue ser tão saudável na sua idade?
– Ajude-me a levar esta madeira para casa e eu lhe direi.
O visitante aceita e entra.
– Veja, disse o velho. Estou casado há 75 anos. Agora, quando nos casamos, fiz um pequeno acordo com minha esposa: cada vez que tivéssemos uma discussão, o perdedor deveria correr por 5 quilômetros. Como temos um casamento bastante típico – corro 5 km quase todos os dias há 75 anos! É por isso que estou na ótima forma que estou.
– Mas se for esse o caso, disse o perplexo visitante. Como é que sua esposa também está em tão boa forma?
– Bem o velho sorriu. Geralmente ela corre atrás de mim para conferir se que corri mesmo os 5 quilômetros.
Perturbada por uma terrível fobia, uma senhora foi ao psicólogo em busca de ajuda. Chegando lá, ela conta o que está acontecendo:
– Doutor, toda noite, quando vou deitar na cama para dormir, eu tenho uma terrível sensação de que tem algo embaixo da cama! E não consigo identificar o que é! Eu tento, mas não consigo dormir e tenho medo de olhar!
– Estranho, em todos os meus anos de trabalho, nunca ouvi algo semelhante. Assim como as outras, essa fobia pode ser tratada, mas a senhora vai precisar fazer muitas sessões de psicoterapia, no mínimo 20 delas.
– Tudo bem, eu aceito. Mas quanto vai custar?
– Ah, 100 reais cada sessão, mas acredite, depois disso a senhora estará curada!
Ela então agendou a primeira sessão para o dia seguinte. O psiquiatra esperou, esperou e ela não apareceu. Preocupado, ligou para a paciente.
– Veja, eu a esperei por horas mas a senhora não apareceu. Aconteceu alguma coisa?
– Bem. Quando eu voltei para casa e falei para o meu marido sobre o tratamento e quanto iria custar, ele simplesmente cortou os pés da cama!
A professora intervém numa discussão entre dois alunos:
– Joãozinho, qual é o problema?
– É que sou esperto demais para estar na primeira série. Minha irmã está na terceira série e eu sou mais inteligente que ela. Também quero ir para a terceira!
A professora vê que não consegue resolver o problema e manda o garoto para o Diretor da escola. Enquanto Joãozinho esperava na antessala, a professora explica a situação ao diretor. Ela propõe fazer uma prova com menino que, com certeza, não conseguirá responder a todas as questões, e assim aceitará continuar no primeiro ano. Uma vez que ambos concordam, eles fazem o aluno entrar e fazem a proposta de teste, que ele aceita. O Diretor então inicia as perguntas:
– Vejamos Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?
– 9.
– E quanto é 6 vezes 6?
– 36.
O diretor prossegue por quase uma hora, com a bateria de perguntas que só um excelente aluno do terceiro ano deve saber, e Joãozinho não erra. Diante da evidente inteligência do menino, o Diretor diz à professora:
– Acho que teremos que passá-lo para o terceiro ano.
A professora, sem muita certeza, pergunta:
– Posso fazer algumas perguntas também?
O diretor e Joãozinho concordam. Então a professora começa:
– O que a vaca tem 4 e eu só tenho duas?
– As pernas, responde Joãozinho sem hesitar.
– O que você tem nas suas calças que não tem nas minhas?
– Os bolsos, responde o menino.
– E onde as mulheres têm o cabelo mais crespo?
– Na África, responde Joãozinho sem hesitar.
– O que é mole e nas mãos de uma mulher fica duro?
– O esmalte, professora.
– O que as mulheres têm entre as pernas?
– Os joelhos, responde Joãozinho instantaneamente.
– E o que uma mulher casada tem de mais larga que uma solteira?
– A cama.
– E o que começa com C tem um buraco e a gente pode dar para várias pessoas se divertirem?
– Um CD.
O diretor, já atordoado com a pressão, os interrompe e diz à professora:
– Olha, coloque esse garoto na sexta série de uma vez. Eu mesmo errei todas as respostas.
Um açougueiro está espantando um cachorro de sua loja, quando nota que ele tem R$10 na boca e ainda consegue dizer:
– 5 costeletas de cordeiro, por favor.
Assombrado, o açougueiro pega o dinheiro, coloca um saco de costeletas na boca do cachorro e rapidamente fecha a loja. Ele segue o cachorro e o observa esperar pelo sinal verde, olhar para os dois lados e atravessar a estrada para um ponto de ônibus. O cão verifica o horário e senta no banco. Quando um ônibus chega, ele caminha para a frente e olha para o número, em seguida embarca no ônibus. O açougueiro segue, mudo. Enquanto o ônibus viaja para os subúrbios, o cachorro observa a paisagem.
Depois de um tempo, ele fica em pé com as patas traseiras para empurrar o botão de parar do ônibus. O açougueiro continua seguindo. O cachorro corre até uma casa e deixa cair a bolsa.
Ele volta pelo caminho, dá uma corrida e se joga contra a porta. Ele faz isso de novo e de novo. Sem resposta. Então ele pula em uma parede, anda pelo jardim, bate a cabeça contra a janela, pula e espera na porta da frente. Um cara grande abre e começa a xingar e gritar com o cachorro. O açougueiro corre e grita para o cara:
– Que diabos você está fazendo? Esse cachorro é um gênio!
– Gênio, uma ova. É a segunda vez esta semana que ele esqueceu suas chaves!
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