Anedotas

19/11/2022 |
Assunto: , Humor

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Joãozinho 

Joãozinho foi preso. Assim que chegou à Delegacia, ele já pergunta ao Delegado:
– Posso ligar para o meu irmão Ministro lá em Brasília ou para minha mãe promotora ou para o meu pai procurador?
O Delegado, vendo tamanha influência de Joãozinho, temendo, acaba soltando o rapaz.
Estando já livre e, portanto, fora da Delegacia, Joãozinho acaba esbarrando com o policial que o levou preso. O policial, espantado e muito curioso, pergunta ao rapaz:
– Conta isso aí direito, rapaz! Que conversa é essa de que toda sua família é bastante influente?
Ouvindo bem a pergunta, Joãozinho prontamente responde:
– É simples! Meu irmão é Ministro da Assembleia de Deus lá em Brasília, minha mãe é promotora da Avon e meu pai procurador de emprego.

Pescaria

Um homem liga pra sua esposa e diz:
– Querida, eu fui convidado para uma pescaria no Paraguai com meu chefe e vários amigos dele. Ficaremos lá por uma semana. Esta é uma boa oportunidade para eu conseguir aquela promoção que eu estava querendo, então você poderia colocar roupas suficientes pra uma semana em uma pequena mala, e também minha caixa de equipamentos de pesca e a vara, por favor? Nós estamos saindo do escritório e vou passar em casa para pegar minhas coisas. Por favor, não esqueça do meu pijama azul de seda.
A esposa desconfia que algo está estranho, mas, mesmo assim, ela faz exatamente o que o marido pede. No fim de semana seguinte ele chega em casa um pouco cansado, mas aparentemente bem. A esposa o recebe em casa e pergunta se ele pegou muitos peixes.
– Sim! Bagres, tilápias e alguns dourados. Mas por que você não colocou meu pijama azul de seda, como eu pedi?
– Eu coloquei sim, eles estavam na sua caixa de equipamentos de pesca.

Um Presente Para o Juiz

O advogado recebe em seu escritório um cliente muito preocupado com o seu processo.
– Doutor, se eu perder este caso, estarei arruinado.
– Tudo só depende do juiz.
Tentando arrumar soluções, o cliente pergunta:
– Se eu der um presentinho ao juiz, será que ajudaria?
– Não! Este juiz é muito ético e consciente. Se você der um presente a ele, isso prejudicará todo o processo. Nem pense nisso!
Passado algum tempo, sai a sentença a favor do advogado. O cliente procura seu advogado e diz:
– Obrigado pela dica sobre o presentinho. Funcionou!
– Mas como? Se você tivesse enviado o presente, teríamos perdido a causa!
– Mas eu mandei o presente. Foi por isso que nós ganhamos a causa.
– Você está louco? Como?
– Bem, eu mandei o presente. E dentro da caixa, coloquei um cartão de visitas do nosso adversário.

Consulta ao pediatra

Uma mulher e um bebê estavam na sala de exames do pediatra, esperando o médico para o primeiro exame do bebê.
– Bom dia Sra. Almeida. Vou examinar o bebê.
O médico começou, verificou seu peso e um pouco preocupado perguntou se o bebê era alimentado no peito ou com mamadeira.
– Amamentado no peito.
– Sra. Almeida, por favor, tire suas roupas da cintura para cima.
Ela fez o que ele pediu e o médico examinou seus seios beliscando, apalpando-os e massageando-os. Ele fez sinal para ela se vestir e parecia bastante preocupado.
– Bem, não é de admirar que o bebê esteja um pouco abaixo do peso. A senhora não tem leite!
– Eu sei, eu sou a avó dele, mas estou muito contente por ter vindo!

A Colher

Um homem e sua esposa estavam em um restaurante chique. Enquanto faziam o pedido, notaram que o garçom tinha uma colher no bolso da camisa e, ao olhar ao redor, observaram que todos os outros garçons também carregavam uma colher de forma semelhante. Curioso, o marido pergunta:
– Por que todos vocês carregam uma colher assim?
– Bem, uma empresa de consultoria veio avaliar o restaurante, e descobriu que os clientes deixam a sua colher cair no chão 74,8% mais vezes que qualquer outro utensílio. Então, se todos os garçons carregarem uma colher consigo mesmos, podemos reduzir as viagens até a cozinha em até 3 horas por turno.
O homem ficou impressionado. De fato, sua colher caiu acidentalmente durante o jantar e o garçom a substituiu imediatamente, afirmando:
– Eu aproveito quando for à cozinha para outra coisa e pego outra para colocar no bolso.
Enquanto pediam a sobremesa, o marido observou que esse garçom, assim como todos os outros, tinha um cordão saindo da braguilha de sua calça. Novamente curioso, ele pergunta:
– Por que todos vocês têm uma cordinha saindo de suas calças?
– Você tem um bom olho! Nem todos os clientes são atentos como você, aquela empresa também descobriu que é possível reduzir a quantidade de tempo gasto desta maneira:. Todos nós amarramos uma corda você-sabe-onde. Quando vamos ao banheiro, nós usamos a corda para tirá-lo para fora da calça, eliminando a necessidade de lavar as mãos. Assim economizamos muito tempo.
O marido ficou impressionado, mas perguntou:
– É uma boa ideia, mas como você o coloca de volta para dentro das calças?
O garçom se aproximou e sussurrou:
– Bem, eu não sei dos outros, mas, pessoalmente, eu uso a colher.

Pergunta Indiscreta

Uma mulher está em casa e escuta a campainha da sua casa tocar. Ao abrir a porta dá de cara com um homem que lhe pergunta:
– A senhora tem vagina?
Assustada e indignada, ela bate a porta na cara dele. Na manhã seguinte, toca a campainha e é o mesmo homem que lhe faz a mesma pergunta:
– A senhora tem vagina?
Ela furiosa bate-lhe a porta na cara novamente. No terceiro dia repete-se a mesma cena. Quando o marido volta do trabalho à noite, ela enfim conta o que tem ocorrido nos últimos dias. Ele fica furioso e combina com ela:
– Amor, amanhã não vou trabalhar. Se esse abusado aparecer, eu me escondo, você atende e eu então apareço para dar-lhe uma lição!
Na manhã seguinte, toca a campainha, e o marido antes de se esconder diz para a mulher:
– Se for o mesmo homem, quando ele lhe perguntar se você tem vagina, diga-lhe que sim para sabermos o que ele vai dizer.
Ela atende, e o homem está lá de novo com a mesma pergunta:
– A senhora tem vagina?
– Tenho.
– Ótimo! Então peça ao seu marido que pare de usar a da minha mulher e passe a usar a sua!

Fada Madrinha

Cinderela chegara então aos 75 anos. Depois de uma vida gratificante com o príncipe encantado, que tinha acabado de falecer, ela sentou-se feliz em sua cadeira de balanço, observando o mundo passar da varanda da frente, com um gato chamado Alan de companhia. Em uma tarde ensolarada, do nada, apareceu a Fada Madrinha.
– Fada Madrinha, o que você está fazendo aqui depois de todos esses anos?
– Bem, Cinderela, como você viveu uma vida boa e saudável desde a última vez que nos encontramos, decidi lhe dar três desejos. Você tem alguma coisa na qual o seu coração ainda anseia?
Cinderela ficou muito feliz, e depois de pensar por muitos minutos, quase sem fôlego, ela disse seu primeiro desejo:
– Eu queria ser muito rica.
Instantaneamente, sua cadeira de balanço foi transformada em ouro maciço. Cinderela ficou atônita. Alan, seu velho gato fiel, pulou de seu colo e correu para a beira da varanda, tremendo de medo.
– Obrigada, Fada Madrinha!
– É o mínimo que eu posso fazer. O que seu coração deseja para seu segundo desejo?
Cinderela olhou para o seu corpo frágil e disse:
– Eu gostaria de ser jovem e cheia de beleza e juventude novamente.
Na mesma hora, seu desejo tornou-se realidade, e sua bela aparência jovem voltou. Cinderela sentiu toda aquela vitalidade que estava dormente há anos.
Então a Fada Madrinha novamente falou:
– Você tem mais um desejo, o que você gostaria de ter?
Cinderela olhou para o gato assustado e disse:
– Desejo que você transforme Alan, meu gato velho, em um jovem bonito e atraente.
Magicamente, Alan sofreu uma mudança fundamental em sua composição biológica, e virou um menino tão bonito, que ninguém jamais tinha visto.
A Fada Madrinha novamente falou:
– Parabéns, Cinderela, aproveite sua nova vida!
E, como em um passe de mágica brilhante, ela se foi. Por alguns minutos, Alan e Cinderela olham nos olhos um do outro. Cinderela estava sentada, sem fôlego, olhando para o garoto mais extraordinariamente perfeito que ela já tinha visto em toda a vida. Então Alan foi até Cinderela, que estava sentada na cadeira de balanço, e a abraçou com seus braços fortes e jovens. Ele se inclinou perto de sua orelha, sussurrou, soprando seu cabelo dourado com seu hálito quente:
– Aposto que você se arrepende de ter me castrado, não é mesmo?

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