Anedotas

24/07/2022 |
Assunto: , Humor

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Apresentações na audiência
O promotor grita ao advogado:
– Você é um ladrão!
O advogado replica:
– E você é um vendido!
E diz o juiz:
– Bem. Agora que as partes se identificaram corretamente, podemos prosseguir com a audiência.

Farmácia de Itu
A cidade de Itu, no interior do estado de São Paulo, é conhecida por ter tudo maior. Maior mesmo! Então, uma turista da capital foi até lá para ver se isso era verdade. Ela ficou impressionada com o tamanho dos telefones públicos, dos bancos das praças e até das comidas do restaurante. Durante o passeio, ela teve uma dor de cabeça e foi à farmácia:
– O senhor pode me vender duas aspirinas, por favor?
–  Sim, senhora.
E o farmacêutico vem com uma aspirina do tamanho de um prato!
– O senhor não tem uma menor?, diz a moça, chocada.
– Aqui em Itu nós temos as maiores aspirinas do mundo!
Ela decide levar o super comprimido e pede mais um item:
– Bem, então me dê um tubo de pasta de dente, por favor.
E o farmacêutico vem com um tubo tão grande que era preciso carregar com as duas mãos.
– Aqui em Itu também temos a maior pasta de dente do mundo! A senhora precisa de mais alguma coisa?
Ela pensa um pouco e responde:
– Até precisava, mas acho melhor comprar os supositórios na minha cidade!

A Resposta
Sérgio pergunta à esposa:
– Maria, logo vamos completar 50 anos de casados, e há algo que eu preciso saber. Em todos esses 50 anos, você já me traiu?
– Bem Sérgio, eu tenho que ser honesta contigo. Sim, eu fui infiel a você três vezes durante estes 50 anos, mas sempre por uma boa razão.
Sérgio estava obviamente chocado e magoado pela confissão de sua esposa, mas disse:
– Eu nunca suspeitei. Você pode me dizer o que você quer dizer com boas razões?
– A primeira vez foi pouco depois de nos casarmos. Nós estávamos prestes a perder nossa casinha, porque não podíamos pagar a hipoteca. Você se lembra de uma noite que eu fui ver o banqueiro e no dia seguinte ele nos notificou que o empréstimo seria prorrogado?
O esposo se lembrou da visita ao banqueiro e disse:
– Posso perdoá-la por isso. Você salvou nossa casa, mas e a segunda vez?
– Você se lembra de quando estava tão doente, e não tínhamos dinheiro para pagar a cirurgia cardíaca que você precisava? Bem, fui visitar seu médico uma noite e, se você se lembrar bem, ele não nos cobrou nada pela cirurgia.
– Lembro-me disso. E você fez isso para salvar minha vida, então é claro que posso te perdoar por isso. Agora me fale da terceira vez.
– Você se lembra de quando você estava concorrendo à presidência do clube de golfe que participava, e faltava apenas 73 votos?

Este Marido Levou a Sério o Que Sua Esposa
Quatro amigos costumam ir na mesma pescaria há muitos anos. Poucos dias antes da data de partida anual do grupo, a esposa de José bate o pé e diz que ele não vai. Os amigos ficam muito chateados, mas o que eles poderiam fazer?
Quando os amigos chegam no local da pesca, se surpreendem ao ver que José já estava lá com sua barraca e a cerveja gelada.
– Caramba, cara! Faz quando tempo que você está aqui?
– Bom, estou aqui desde ontem à noite. Ontem eu estava descansando e minha mulher veio por trás, cobriu meus olhos e disse que tinha uma surpresa. Quando eu olhei, ela estava com uma lingerie. Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto, onde tinham umas velas e pétalas de rosa por todos os lados, parecia um filme. Acho que ela está lendo aquele livro 50 Tons de Cinza, ou algo assim. Tinha algemas e cordas na cama! Ela me disse pra amarrá-la e algemá-la à cama, então foi o que eu fiz. E depois ela disse:
– Amor, você pode fazer o que você quiser.
– Então, amigos, cá estou. Vamos pescar?

O Julgamento da Velhinha
Uma velhinha foi levada ao tribunal por homicídio. Ela é interrogada pelo juiz.
– Qual sua idade?
– Tenho 86 anos.
– A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado?
– Claro, Meritíssimo. Eu estava sentada na varanda na frente de casa, num dia ensolarado, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.
– Você o conhecia?
– Não, mas ele foi muito amigável.
– O que aconteceu depois?
– Depois de uma conversa muito agradável, ele começou a acariciar a minha coxa.
– A senhora o deteve?
– Não.
– Por que não?
– Foi bom, Meritíssimo. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos.
– O que aconteceu depois?
– Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios.
– A senhora o deteve então?
– Mas claro que não, Meritíssimo.
– Por que não?
– Porque ele me fez sentir viva. Não me sentia assim há anos!
– O que aconteceu depois?
– Ora, Sr. Juiz, o que faria uma mulher na minha idade, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor?
Foi então que eu falei:
– Pode me possuir, rapaz!
– E ele a possuiu?
– Não. Ele gritou: PRIMEIRO DE ABRIL! Foi aí que eu dei um tiro bem no meio da cara dele!

Quando um Padre Tenta Enterrar um Burro
Em uma cidadezinha do interior, um padre chega na igreja logo pela manhã. Quando ele vai ao quintal no fundo da igreja, encontra um burro morto. Ele então liga para a polícia, e o policial diz que isso não é da conta deles e sugere que o padre ligue para o departamento de saúde da cidade. No departamento de saúde, eles dizem que isso também não é problema deles, e sim do departamento sanitário. Então o padre liga lá.
Mal-humorado, o funcionário do departamento sanitário diz ao padre que não pode remover o burro sem a autorização do prefeito. O padre não tinha uma relação lá muito amigável com o prefeito, mas, como precisava resolver isso o mais rápido possível antes que o burro começasse a cheira mal, acabou ligando, já esperando uma reação daquelas. Dito e feito. O prefeito, muito ranzinza, disse ao padre:
– Eu não acredito. O senhor está me ligando para enterrar um burro? Não é de sua responsabilidade enterrar os mortos nesta cidade?
O padre respirou fundo e disse:
– Sim, prefeito, é de minha responsabilidade enterrar os mortos, mas antes eu preciso avisar os parentes!

O Muro em Brasília
Três empreiteiros estão fazendo um orçamento para construir um muro em Brasília. O primeiro pega uma fita métrica, mede tudo e faz alguns cálculos.
– Bem, eu acho que o trabalho vai custar uns R$900. R$400 em materiais, R$400 para minha equipe, e R$100 de lucro para mim.
O segundo empreiteiro também tira medidas e, em seguida, diz:
– Eu posso fazer este trabalho por R$700. R$300 para materiais, R$300 para minha equipe, e R$100 de lucro para mim.
O terceiro não mede nada e não faz nenhum cálculo. Ele se vira para o funcionário e fala baixinho em seu ouvido:
– R$2.700.
O funcionário, incrédulo, diz:
– Você nem sequer mediu como os outros caras! Por que está cobrando tão caro?
O empreiteiro sussurra de volta:
– R$1.000 para mim, R$1.000 para você, e nós contratamos o segundo cara para fazer o muro.
– Feito!, responde o funcionário.
E assim, meus amigos, surgiu o Palácio do Planalto!

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