Anedotas

12/09/2020 |
Assunto: , Humor

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A PROFISSÃO MAIS ANTIGA
Um médico, um engenheiro, e um político estavam tentando descobrir quem entre eles pertencia à mais antiga das três profissões. Cada um deles tinha uma opinião diferente.
O médico disse: “Lembre-se, no sexto dia, Deus tirou uma costela de Adão e fez Eva, fazendo Dele o primeiro cirurgião. Portanto, a medicina é a profissão mais antiga”.
O engenheiro respondeu: “Mas, antes disso, Deus criou os céus e a Terra a partir do caos e da confusão. Assim, Ele foi o primeiro engenheiro. Portanto, a engenharia é uma profissão mais antiga que a medicina”.
Em seguida, o político falou: “Sim, sim, isso é tudo verdade, mas quem vocês acham que criou todo o caos e a confusão?”

O MELHOR MOTIVO PARA UM DIVÓRCIO!
Elisabete chega furiosa ao escritório de advocacia, ansiosa para falar com o advogado. Ela entra, senta e já dispara:
– Doutor, é o seguinte. Eu não vou me prolongar. O meu motivo para vir aqui com tanta urgência é o seguinte: eu vou me separar do Valdir!
O advogado, que trabalha com a família há anos, tenta persuadi-la a não tomar essa decisão.
– Mas, Dona Elisabete. Vocês estão casados há menos de 10 anos. Crises são normais em casamentos.
– Não adianta doutor, eu quero o divórcio! Vim aqui para saber qual é o procedimento.
O advogado tenta convencê-la uma, duas, três vezes, mas não tem jeito mesmo – ela quer o divórcio.
– Tudo bem, Dona Elisabete. Já que a senhora realmente quer isso, vamos em frente. É um direito seu. Mas, antes de tudo, sem querer ser intrometido, posso saber por que o porquê da senhora querer se divorciar a todo custo?
Ela responde, muito brava:
– É simples, Doutor. O Valdir simplesmente não dormiu em casa na última noite!
– É mesmo? Mas ele deu alguma satisfação?
– Sim. Disse que ficou fora porque passou a noite com o irmão.
– Ah, entendi! E a senhora descobriu que era mentira?
E Elisabete responde:
– Claro que era mentira! Quem passou a última noite com o irmão dele fui eu!

UMA EXPLICAÇÃO TÃO SIMPLES
Voltando das compras, a sogra chega em casa e encontra Zé Carlos, seu genro, espumando de raiva e colocando às pressas algumas roupas numa mala.
– O que foi Zé? Ela pergunta ansiosa.
– Eu vou lhe dizer o que aconteceu. Mandei um e-mail para minha esposa, dizendo que voltaria da pescaria hoje. Chego em casa e adivinhe o que eu encontro? Sim, sua filha, minha esposa Leninha, pelada, com o Tonhão, na nossa cama de casal! Isso é imperdoável, é o fim do nosso casamento. Chega! Estou indo embora pra sempre!
– Calma, calma, Zé Carlos! Há algo estranho nessa história. Leninha jamais faria uma coisa dessas. Deve haver uma explicação simples para isso tudo. Vou falar com ela já, e descobrir o que houve.
Minutos depois, a sogra volta, com um sorriso nos lábios.
– Pronto, Zé Carlos, tá vendo? Eu disse que tinha que ter uma explicação simples!
– Ta, e qual é? Esbraveja Zé Carlos.
– Ela não recebeu o teu e-mail!

A TÁTICA PERFEITA
Dois amigos, Júlio e Roberto, estavam conversando no bar quando Roberto começou a reclamar da esposa.
– Não sei mais o que eu faço Júlio.
– O que acontece amigão?
– Minha mulher está me enchendo.
– E por quê?
E Júlio explica a situação.
– Eu raramente chego tarde em casa, mas no dia em que eu chego, eu tiro os sapatos antes de entrar, subo as escadas sem fazer nenhum barulho, aí eu me troco no banheiro e entro no quarto bem de fininho, mas não adianta: ela acorda e fala um monte!
E Júlio, que é muito mais esquentado que o amigo, responde.
– Ah, mas você está usando a tática errada.
– Como assim? Pergunta Roberto.
– Tem que chegar barbarizando! Eu dou uma brecada alta com o carro na garagem, entro em casa e bato a porta da sala, subo as escadas pisando forte, tiros sapatos, as roupas e aí eu me jogo com tudo na cama! Aí eu pergunto pra minha mulher: Que tal uma namoradinha, hein?
– E ela? Pergunta Roberto, surpreso. E o amigo diz:
– Ela finge que está dormindo e não fala nada!

A TIA ROSALINDA
Uma professora passou a seguinte lição de casa aos seus jovens alunos: eles deveriam perguntar aos seus pais sobre alguma história de família que tivesse uma lição de moral no final, e compartilhar a história com a classe no dia seguinte.
No outro dia, José deu o primeiro exemplo:
“Meu pai é um fazendeiro e nós temos algumas vacas. Um dia estávamos levando o leite que ordenhamos para vender na cidade, mas batemos o carro e todas as garrafas quebraram. Eu me desesperei, comecei a chorar, mas meu pai apenas limpou a bagunça, voltamos para casa, e ele disse que iríamos no dia seguinte ordenhar mais vacas para cobrir o prejuízo. A moral da história é que não adianta chorar sobre o leite derramado”
– Muito bem! Disse a professora.
Em seguida, Maria disse: “Nós somos fazendeiros também. Tínhamos um boi que era o maior e mais forte da região, um orgulho! Um dia, uma aranha mordeu o boi, mas nós nem ligamos porque ela era minúscula. Acontece que era uma aranha muito venenosa, e no dia seguinte o boi morreu. A moral da história é que tamanho não é documento!”
– Excelente! Disse a professora de novo, muito satisfeita com as respostas até ali.
Em seguida foi a vez de Joãozinho contar sua história:
“Meu pai me contou esta história sobre a minha tia Rosalinda. Ela era piloto da aeronáutica na guerra e seu avião foi atingido. Ela teve que fazer um pouso de emergência sobre o território inimigo e tudo o que ela tinha era uma garrafa de uísque, uma metralhadora e um facão.”
– Continue, disse a professora, intrigada.
“Tia Rosalinda bebeu o uísque enquanto pousava para se preparar e, então, caiu bem no meio de uma centena de soldados inimigos. Ela matou 70 deles com a metralhadora até que ficou sem munição. Então, ela matou mais de 20 com o facão até a lâmina quebrar. E daí ela matou os último 10 com as próprias mãos”.
– Meu Deus! Disse a professora horrorizada. E o que o seu pai disse qual a moral dessa história assustadora?
– Fique longe da tia Rosalinda quando ela está bêbada.

A COMPETIÇÃO DOS MORCEGOS
O morcego estava fazendo uma competição com seus três filhos pra ver quem arrumava sangue mais rápido. O filho mais velho sai voando e volta em 60 segundos com a boca suja de sangue. O pai pergunta:
– Onde você arrumou esse sangue?
– Está vendo aquele boi ali?
– Estou.
– Foi dele.
O segundo filho sai voando e volta em 30 segundos com a boca suja de sangue. O pai pergunta:
– Onde você arrumou esse sangue?
– Está vendo aquela mulher ali?
– Estou.
– Foi dela.
O filho mais novo sai voando e volta em 15 segundos com a boca suja de sangue. Novamente, o pai:
– Onde você arrumou esse sangue?
– Está vendo aquela parede ali?
– Estou.
– Eu não vi.

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